quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Para saber tudo sobre este orgão fabuloso acesse o link http://www.afh.bio.br/cardio/Cardio2.asp

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

IODO

Iodo - Porque não podemos viver sem ele e porque precisamos dele Postado por Lena Rodriguez em quinta, setembro 15, 2011 Em: Terapias Alternativas Nesse comentário você poderá ler sobre os benefícios do uso do iodo na: - Suplementação do iodo. - Câncer de Mama. - Desintoxicação(eliminação de mercúrio, chumbo, bromo e flúor do organismo). - Fadiga. - Doença de Grave. - Hipotireoidismo. - Melhoria do Sistema Imunológico. - Seios fibrocísticos. - Ovários policísticos. Introdução: De todos os elementos conhecidos pelo homem até o momento, como sendo essenciais à saúde humana, o iodo é o mais mal entendido e o mais temido, ainda que o iodo seja o mais seguro de todos os elementos-traço essenciais. O iodo pode ser administrado por longos períodos de tempo a um grande número de pacientes em doses de até 100.000 vezes as doses atualmente pelos ógãos oficiais de saúde (Ministério da Saúde e ANVISA no Brasil e F.D.A e N.I.H nos Estados Unidos) como sendo a R.D.A (ou necessidade mínima diária). Por exemplo, o Iodo de Potássio (KI) tem sido receitado com segurança para problemas bronco-pulmonares em doses diárias de até 6.0 gramas por dia para um numero significativo de pacientes e por longos períodos de tempo.Essa dose significa de 20.000 a 60.000 vezes a dose diária preconizada pela ANVISA (Resolução ANVISA - RCD nº 130 de 26/05/2003 - 20 a 60 mg/kg de Iodo por kg de sal)se considerarmos um consumo médio de sal de 5 gramas por dia conforme o sugerido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nenhum outro elemento-traço apresenta esse nível de segurança apresentado pelo Iodo. É interessante enfatizar que esse nível de segurança somente se aplica ao Iodo e Iodetos inorgânicos e não-radioativos e não as drogas sintéticas que contém Iodo e muito menos o Iodo Radioativo (Radio Iodetos). Entretanto, o Iodo teve o infortúno de atrair a atenção dos endocrinologistas, pois também é usado para a produção de importantes hormônios tiroidianos e a partir desse momento a Iodofobia Médica teve início. Infelizmente, os efeitos secundários graves das drogas sintéticas que contém iodo foram erroneamente atribuídos ao Iodo e ao Iodeto inorgânicos ainda que trabalhos científicos publicados demonstrem claramente que é citotóxica e não o Iodo ligado covalentemente a essas moléculas. A iodofobia da classe médica é o produto do medo desnecessário da recomendação e do uso do iodo/Iodeto radioativos dentro da faixa considerada segura para a suplementação ortomolecular do Iodo/Iodeto e inorgânicos e não radioativos pelo conhecimento coletivo de três gerações de médicos clínicos no mundo todo que o utilizaram no século passado para o tratamento de sintomas e sinais de deficiência de Iodo. Essa faixa de suplementação utilizada na prática por clínicos do século passado e agora brilhantemente resgatada após os estudos do Dr. Guy Abraham, M.D. ex professor de obstetrícia da Escola de Medicina da UCLA, é de agora em diante referida como Suplementação Ortomolecular de Iodo(12.5 a 37.5 mg de Iodo/Iodetos inorgânicos e não radioativos). A RDA (Recommended Daily Allowance) - Dose Mínima Diária) do Iodo elementar nos EUA não foi estabelecida até 1980 e somente foi confirmada em 1989.No Brasil, a legislação estabelece o acréscimo de Iodato de Potássio (KIO3) ao sol na dose de 20 a 60 mg de Iodato por Kg de sal.Essa dose significa um consumo de Iodo de 0.1 a 0.3 mg de Iodo por dia e, portanto, 125 a 375 vezes menos do que a dose recomendada na Suplementação Ortomolecular de Iodo. Coincidentemente, na mesma época em que os EUA confirmaram a RDA de 170 mcg de Iodo por dia(0.17 mg de Iodo/dia), o diretor executivo do conselho internacional para o controle de desordens por deficiência de Iodo, Brasil S. Hertzel, publicou o livro The Story of Iodine Deficiency. Nesse livro, o bócio e o cretinismo foram os únicos dois aspectos da deficiência de Iodo discutidos, o que nos leva a supor que as autoridades internacionais responsáveis pelo estabelecimento de padrões resolveram que a deficiência de Iodo para o corpo humano seria a mesma que impede o desenvolvimento do bócio e do cretinismo É interessante lembrar, ainda, que o consumo de Iodo pelos japoneses do interior do Japão é de 12 a 14 mg por dia. O Dr. Guy Abraham, MD, de forma bem humorada, apresenta como razões para essa Iodofobia médica generalizada e desnecessária, os seguintes motivos: 1 - Dupla personalidade.Ora se comportando como Iodofóbicos e recomendando doses de 0.1 a 0.3 mg de Iodo por dia e ora se comportando como Iodofílicos e recomenadando doses de 6.000mg(6.0g)de Iodo por dia. 2 - Duplo Padrão: intolerância total e absoluta aos pequenos efeitos colaterais das formas de Iodo inorgânicos e não-radioativas e extremamente tolerante com os efeitos colaterais severos das formas sintéticas e radioativas. 3 - Amnésia: Com relação à segurança das formas não-radioativas inorgânicas quando estabelecem padrões e decisões terapeuticas. 4 - Confusão Mental: Ao atribuir os mesmos efeitos colaterais severos das drogas inorgânicas contendo Iodo ao Iodo/Iodeto inorgânicos e não-radioativos. 5 - Estado Alterado de Consciência: Que permite que duplo discurso, duplo pensamento e lógica contraditória sejam aceitos como verdade absoluta. Abraham, argumenta, ainda, que, desde que a baixa ingestão de Iodo está relacionada com o baixo desenvolvimento intelectual (cretinismo, imbecilidade, etc), essas pessoas que sofrem de Iodofobia estariam, na verdade, sofrendo de deficiência de Iodo. Desnecessário dizer que a Iodofobia Médica é altamente contagiosa e pode ser transmitida aos respectivos pacientes que também passam a sofrer de Iodofobia perpetuando, dessa forma e eternamente o problema. A Iodofobia Médica já causou mais miséria humana e mortes do que as duas grandes guerras mundiais reunidas, por interferir nas pesquisas clinicas significativas sobre a necessidade mínima diária de Iodo para a obtenção da saúde física e mental ideais. Descoberto na França Imperial, um século antes do conceito de essencialidade dos elementos-traços, o primeiro elemento-traço (oligoelemento) testado em humanos e reconhecido como essencial à saúde humana, o mais deficiente elemento-traço do mundo, o Iodo teve a infelicidade e o infortúnio de atrair a atenção dos endocrinologistas porque é incorporado em vários hormônios importantes da glândula tiróide humana. No início usado como panacéia para todas as doenças humanas, o Iodo, como elemento essencial, tornou-se eventualmente associado exclusivamente à glândula. Essa "fixação pela tiróide" ( thyroide fixation) nas palavras do Dr. Abraham resultou no fato dos endocrinologistas passarem a ditar as necessidades humanas desse nutriente.Todas as aplicações humanas do Iodo passaram eventualmente a ser subservientes aos ditames dos endocrinologistas mal informados e auto proclamados especialistas em Iodo. Por exemplo, a desinfecção das águas para consumo humano e de piscinas e superior, mais seguras e menos cara com o uso do Iodo de 1 a 2 ppm do que com o uso de cloro e seus derivados, nas mesmas concentrações. Curiosamente, a dose recomenda por inúmeros clínicos de gerações passadas (12.5 37.5 mg de Iodo na forma de solução de Lugol) é a mesma faixa considerada ideal para suficiência do corpo humano, baseado em um estudo recente de teste de carga de Iodo em indivíduos saudáveis. A ingestão de Iodo nessa faixa de suplementação ortomolecular resultou no aumento da excreção urinária de vários metais entre eles o mercúrio e o chumbo e teve um efeito desintoxicante pelo aumento da excreção urinária dos halogênios brometo e fluoreto. O Iodo não é somente necessário para a produção dos hormônios tiroidianos, mas também é responsável pela produção de todos os hormônios do nosso corpo.Níveis adequado de Iodo são necessários para o funcionamento adequado do sistema imunológico.O Iodo contém fortes propriedades antibacterianas, anti-parasitárias, anti-virais e anti-câncer. É eficiente no tratamento de seios fibrocísticos e cistos ovarianos.Outras das funções da glândula tiróide humana são "queimar" o excesso de gorduras, sem o necessário suplemento de Iodo, a glândula tiróide fica impedida de executar sua função de queimar a gordura excedente, consequentemente armazenado-a pelo corpo. Por JOSÉ LUIS MOREIRA GARCIA - Engenheiro Agrônomo. Especialista na pesquisa do Iodo. CUIDE BEM DE VOCÊ Em TERAPIA FLORAL e REEDUCAÇÃO MENTE & CORPO é avaliado a necessidade do Iodo por Kg do peso da pessoa atendida. www.cuidebemdevoce.com

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Câncer de mama



A herança genética não é o que mais importa para determinar o risco de ter câncer de mama. Os maus hábitos — esses, sim — são os grandes responsáveis pela maioria dos tumores mamários.





A mama é constituída por estruturas produtoras de leite (lóbulos), ductos, que são pequenos canais que ligam os lóbulos ao mamilo; gordura, tecido conjuntivo, vasos sanguíneos e vasos linfáticos.



Vasos linfáticos são semelhantes aos vasos sanguíneos, só que em vez de sangue, transportam linfa, um líquido que contém células do sistema de defesa, gordura e proteínas. Ao longo dos vasos linfáticos há pequenos órgãos em forma de feijões, ou gânglios ou nódulos linfáticos ou ainda linfonodos, que armazenam glóbulos brancos chamados linfócitos. A maioria dos vasos linfáticos da mama leva a gânglios linfáticos situados nas axilas, denominados nódulos ou gânglios axilares. Se as células cancerosas atingirem esses gânglios, a probabilidade de que a doença se espalhe para outros órgãos é maior.





A maioria dos cânceres de mama começa nos ductos (carcinomas ductais), alguns têm início nos lóbulos (carcinoma lobular) e os demais nos outros tecidos.






Saiba Mais:



O que causa o câncer de mama?
O câncer de mama é causado por alterações genéticas, estas alterações podem ser estimuladas por fatores ambientais como: tabagismo, uso de hormônios ( TRH – terapia de reposição hormonal), inicio da menstruarão em idade muito jovem, menopausa em idade mais tardia, menor numero de gravidez e gravidez em idade cada vez mais tardia, excesso de peso e ingestão de bebida alcoólica ou também por fatores genéticos.



Quais os principais tipos de câncer de mama?

• Carcinoma ductal in situ – consiste em um câncer de mama em fase inicial, que a principio, não teria capacidade de desenvolver metástase



• Carcinoma ductal invasivo – é o tipo mais comum de câncer de mama. Apresenta capacidade de desenvolver metástase

• Carcinoma lobular invasivo – é o segundo tipo mais comum de câncer de mama e está relacionado ao risco de desenvolvimento de câncer de mama na outra mama e também ao câncer de ovário. Apresenta a possibilidade de desenvolver metástase.



Quais são os tipos de lesões pré-cancerígenas?
As lesões mamárias que predispõem a câncer de mama são:

• Carcinoma Lobular in situ ou Neoplasia Lobular.

• Hiperplasia ductal atípica

• Hiperplasia lobular atípica



Homem pode ter câncer de mama?
Sim. O desenvolvimento do câncer de mama em homens está relacionado à presença de histórico de câncer na família, síndromes de predisposição genética, radioterapia em região torácica, dentre outros.

sábado, 4 de setembro de 2010

O QUE É QUE A CENOURA TEM?



A cenoura é um legume que esbanja qualidades. Além do sabor incomparável e de estar no topo da lista de preferência dos brasileiros, ela pode ser consumida em saladas, seja crua ou cozida, e em diversos pratos que fazem parte do nosso dia-a-dia. Mas, será que você sabe do que este alimento é capaz?

Rica em sais minerais como cálcio, potássio, sódio, zinco e selênio, além das vitaminas B6, B12, E e C, a cenoura é dos vegetais que mais contribuem para a saúde e para a beleza, já que é rica em antioxidantes, substâncias que atuam no combate ao estresse e ao envelhecimento precoce.

Seu principal nutriente é o betacaroteno, que dá a cor alaranjada ao legume. Ela atua como provitamina A, ou seja, como o organismo não consegue fazer reservas de vitamina A, vai guardando betacaroteno, que é capaz de se transformar na substância sempre que necessário.

E sobre a velha história de que a cenoura ajuda no bronzeamento, pode ficar feliz: É verdade sim! Uma vez que a vitamina A atua na recuperação da pele, acaba ajudando na formação de melanina, o pigmento que dá cor à pele. Quanto mais melanina, mais escura fica! Mas, vale lembrar que para o melhor aproveitamento do betacaroteno, o segredo é consumir a cenoura cozida, já que o calor faz com que o organismo absorva a substância com mais facilidade.

Valor nutricional da cenoura

Cada 100g contém:

34 kcal
7,7g de carboidrato
1,3g de proteína
3,2g de fibras
23mg de cálcio
11mg de magnésio
28mg de fósforo
315 de potássio
5,1mg de vitamina C

SUCO CALMANTE





1 porção

108 Kcal

Ingredientes

5 morangos
¼ de pera
½ banana
1 colher de sobremesa de semente de linhaça
½ copo de chá de folha de maracujá

Modo de preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador e tome durante a ceia.

domingo, 27 de dezembro de 2009

quarta-feira, 17 de junho de 2009

IRIDOLOGIA



Escrito pelo Dr. Ícaro Alves de Alcântara

A Iridologia é a ciência que permite, através da observação das íris dos olhos (a porção colorida) traçar o perfil de um indivíduo, desta forma evidenciando como este tende a se comportar física, mental e emocionalmente ao longo da sua vida.

Serve para complementar os métodos semiotécnicos, convencionais ou não, existentes. Propiciando uma visão holística do indivíduo (ou seja, vendo seu perfil e sua saúde como um todo), permite diagnósticos mais completos e mais abrangentes. Além disso, tem importante papel preventivo ao possibilitar ao indivíduo o reconhecimento de áreas do seu corpo mais propensas a lesões e/ou disfunções antes mesmo que estas ocorram.

Este site foi desenvolvido após cuidadosa observação da prática da Iridologia em nosso país; em várias cidades e eventos na área, percebe-se que há excelentes profissionais fazendo uso da Iridologia em sua prática clínica diária, todos com excelentes resultados. Entretanto, há também pessoas menos conscienciosas, incapacitadas ou mesmo premeditadamente praticando incorretamente a ciência. Estas pessoas, propositadamente ou não, denegrem a imagem da Iridologia ao estabelecer diagnósticos errados, firmar condutas terapêuticas incorretas ou até mesmo nocivas à saúde dos pacientes.

Uma vez tendo observado isso, em defesa da ciência da Iridologia e dos seus praticantes, os propósitos deste site são:

Definir Iridologia e explicar claramente seus pormenores, sua serventia...

Desmistificar sua prática, sua abrangência e suas características.
Alertar a população em geral quanto aos maus profissionais, capacitando o paciente a identificar o que um iridólogo deve saber ou ter à disposição para prestar um adequado atendimento.

Como Surgiu

Philipus Meyens foi o primeiro a publicar algo sobre Iridologia, em 1670 em Desden - Alemanha e seu livro fazia um interessante estudo sobre sinais iridológicos e suas relações com determinadas doenças, apresentando um pequeno mapa da íris com áreas representativas de alguns órgãos do corpo humano. Décadas depois foi a vez de Johann Sigmund Eltzholtz (Nürnberg, 1695) se aprofundar mais no estudo de Meyens. Quase um século mais tarde, em Göttingen, Christian Haertls , baseado nos estudos de Meyens e Eltzholtz, lança um polêmico e importante trabalho na área. Mas foi com o médico húngaro Ignatz von Peczely (1822-1911) que a Iridologia começa a ficar conhecida.


Aos 10 anos de idade o jovem Ignatz encontrou uma coruja em uma árvore no quintal da sua casa, nos arredores de Budapeste-Hungria. Ao tentar capturá-la (Alguns dizem que ele foi atacado pela coruja) Ignatz acabou por quebrar uma das pernas do animal; Neste momento, ele pôde observar o aparecimento de uma raja escura em uma determinada região da íris da coruja. Após enfaixar a perna quebrada do animal, Ignatz libertou-o mas o mesmo, com dificuldades em alçar vôo, permaneceu por perto. Dia após dia cuidando da coruja, Ignatz percebeu que, no interior da raja escura que havia aparecido anteriormente, começavam a ser vistas finas linhas esbranquiçadas. A região continuou a mudar de cor até que a coruja finalmente recuperou-se e abandonou o jovem; a esta época, a região antes escura apresentava uma coloração levemente acinzentada. Von Peczely

Anos mais tarde, em 1861, a mãe de Von Peczely adquire uma enfermidade obscura e falece em decorrência da mesma; entretanto, durante o período de doença Ignatz pôde perceber o aparecimento e alteração de coloração de várias "manchas" em ambas as íris de sua mãe. Decide então estudar Medicina, sempre observando e catalogando as íris de seus pacientes e as alterações que as diversas patologias nelas provocavam. Tornou-se médico, posteriormente cirurgião (1867), e em 1881, após árduo trabalho e muitas dificuldades, publicou os primeiros fundamentos da Iridologia, juntamente com o primeiro mapa iridológico "completo" de que se tem notícia na obra "Descoberta no Domínio da Natureza e na Arte de Curar". Nils Liljequist

Na mesma época que o menino Von Peczely fazia suas observações na coruja, um adolescente sueco de 14 anos chamado de Nils Liljequist , caiu severamente doente após uma vacinação. Após ser tratado com iodo, quinina e outros potentes fármacos, ele observou mudanças na coloração das suas íris. Anos mais tarde (1864), após quebrar algumas costelas, novamente observou alterações localizadas na cor das suas íris. Em 1871 publicou um artigo denominado "Quinine And Iodine Change The Color Of The Iris; I Formerly Had Blue Eyes, They Are Now A Greenish Color With Reddish Spots" ("Alteração da coloração iridal por quinina e iodo: Eu possuía olhos azuis que agora são cinzas com pintas vermelhas"). Em 1893, já clérigo e homeopata conhecido, publicou a obra "Diagnóstico a Partir do Olho", contendo um Atlas com cerca de 258 desenhos em preto-e-branco e 12 coloridos de ambas as íris mostrando sua interpretação da relação íris/corpo.

As obras de Peczely e Liljquist (sobretudo) foram muito pesquisadas e aprimoradas na Europa, sobretudo na Alemanha (Pelo dr. Josef Deck) e tiveram grande penetração na medicina natural americana, no início do século XX, habilmente desenvolvidas pelo nutricionista Bernard Jensen.

Abrangência

Toda a constituição do indivíduo encontra-se impressa na íris. E há várias formas de se estudar e praticar a Iridologia de acordo com a ênfase que cada uma destas dá ao conjunto de sinais expresso nas íris.

A Iridologia orgânica tem como proposta possibilitar ao indivíduo o conhecimento da sua constituição e, portanto, suas tendências e limitações, bem como desequilíbrios que estejam ocorrendo em outras palavras nos fornece um panorama atual e pregresso dos órgãos e sistemas de um organismo bem como seu funcionamento.

O Modelo Rayid de análise da íris nos fornece informações àcerca dos aspectos mental, emocional e comportamental, bem como de características hereditárias individuais desta forma melhor podemos analisar e compreender os aspectos psicológicos inerentes à personalidade de cada um e suas tendências reacionais aos estímulos diários.

Linhagens

Encontram-se atualmente disponíveis diversas formas de análise da íris ater-nos-emos àquelas mais utilizadas e com maior comprovação científica ou causal disponível de sua eficácia:

* Iridologia Americana - Analisa a íris correlacionando os sinais observados com os mapas iridológicos desenhados por Bernard Jensen em outras palavras e de forma simplista aponta alterações nos diversos órgãos/sistemas do corpo através da observação de mudanças de coloração por sobre as áreas do mesmo representadas nas diferentes partes das íris;
* Iridologia Alemã - Classifica as íris existentes dentro de constituições e subconstituições pré-definidos de acordo com o conjunto de sinais que exibem Desta forma estabelece modelos orgânicos (sobretudo) e psicológicos acerca dos indivíduos analisados o principal pesquisador deste método foi o dr. Josef Deck na Alemanha;
* Método Rayid - Desenvolvido por Denny Johnson permite a análise estritamente psicológica do indivíduo através da observação dos mesmos sinais interpretados pelos métodos orgânicos;

Há várias outras correntes de Iridologia e tantas outras em pesquisa/desenvolvimento sendo as supracitadas mais largamente utilizadas em nosso país

O Médico Iridologista

A resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina), veda aos médicos a utilização de métodos e práticas terapêuticas não reconhecidas pela comunidade científica e portanto é utilizada por alguns para "provar a ilegalidade" da utilização da Iridologia por médicos.

Entretanto, conforme bastante enfatizado neste site, a Iridologia NÃO se constitui em prática ou método terapêutico; Seu propósito é facilitar o DIAGNÓSTICO de agravos à saúde e NÃO tratá-los. Pensando nisso, a AMBI (Associação Médica Brasileira de Iridologia) contactou o CFM para esclarecer o assunto.

Em 06/10/1998, às 16:00h, ocorreu audiência entre o CFM (representado pelos drs. Paulo Behrens e dr. Floriano Riva Filho) e a AMBI (representada pela dra. Liane Beringhs e pelos drs. José Irineu Golbspan e Celso Fernandes Batello); sob o protocolo número 7224/98 do CFM. Entre outras conclusões, ficou entendido que:

"A Iridologia, por se tratar de um método propedêutico, no entendimento dos presentes, NÃO se enquadra nos termos da resolução 1449/98 do CFM."

A Profissão

O Iridólogo examina as íris do seu cliente, através de lupa (lente de aumento) ou câmera (esta última, possibilitando armazenamento da imagem para comparação e evidência posterior), após o que analisa-as quanto a grau de constituição, toxicidade, áreas de fraqueza constitucional localizada...

Feito isto, registra suas IMPRESSÕES diagnósticas e discute-as claramente com seu paciente; se profissional habilitado, propõe tratamento de acordo com seu conhecimento e capacidade; caso contrário, encaminha o paciente para tratamento;

Periodicamente o mesmo pode reavaliar o paciente e demonstrar possíveis alterações nas íris decorrentes do tratamento ou de novos fatores a que este tenha sido submetido.

O que a Iridologia NÃO pode fazer:

* Isoladamente firmar um diagnóstico nomeando patologia(s);
* Tratar um indivíduo a Iridologia é ESTRITAMENTE uma ferramenta semiotécnica que AJUDA o profissional qualificado a fazer seus diagnósticos e ORIENTA a terapêutica podendo servir como indicativo auxiliar da eficácia do mesmo;
* Substituir os exames convencionais a Iridologia pode mostrar que órgãos/sistemas do corpo devam ser pesquisados na investigação de uma patologia mas NUNCA diagnosticá-la sozinha;
* Nomear doenças: A atribuição da patologia ou quadro clínico que o paciente eventualmente apresente depende unicamente do profissional de saúde que o examina por implicar no estabelecimento de correlações anátomo-funcionais;
* Confirmar ou descartar gestação;
* Identificar e/ou localizar procedimentos cirúrgicos a que o corpo tenha sido submetido;

Ícaro Alves de Alcântara
Médico e Homeopata
CRM-DF 11639
www.icaro.med.br
icaro@icaro.med.br

terça-feira, 21 de abril de 2009

Noni: você já ouviu falar ?



Descubra os reais benefícios desse alimento misterioso, só encontrado em suco e que promete maravilhas à saúde



• A presença de ômega 6 e óxido nítrico dilataria os vasos, melhorando a oxigenação e, conseqüentemente, a memória
• Especialistas dizem que a fruta contém betacaroteno, precursor da vitamina A, e acubina, que agrega propriedades antibióticas
• Possui escopoletina, substância antibacteriana, antifúngica e antiinflamatória, que também ajuda a dilatar os vasos sangüíneos — o que faria baixar a pressão arterial
• A fruta é rica em vitamina C

É só uma questão de tempo para as pessoas começarem a ouvir falar desse tal de noni e descobrir que não se trata de um ser de outro planeta. Com o nome científico de Morinda Citrifolia e originário dos mares do Sul, esse alimento que tem gerado uma certa curiosidade é, na verdade, uma fruta verdinha, com a aparência de fruta do conde, e que — acredite — não pode ser encontrada em feiras nem supermercados. Isso mesmo: o noni está prestes a fazer parte do grupo de coisas sobre as quais todo mundo fala, mas que ninguém vê por aí — algo como um chester vivo, ciscando no terreiro.

A fruta só existe por aqui em forma de suco engarrafado ou chá (embora atualmente esteja sendo cultivada na Amazônia peruana e, talvez, possa ser encontrada à venda em breve no Brasil). Mesmo nos Estados Unidos, o noni é vendido apenas sob forma de cápsulas, chás (feitos das folhas) ou sucos industrializados, para dezenas de milhões de consumidores.

Ao contrário de todas as frutas que são melhores quando consumidas frescas e com casca, essa não é muito palatável ao natural. “Parece fruta do conde, mas não tem nada de doce. O gosto é muito ruim e o cheiro não é dos mais convidativos”, garante o nutricionista vegetariano George Guimarães, de São Paulo, que teve oportunidade de prová-la. Quanto ao suco, este vem misturado com sucos de cranberry (ou de blueberry) e de uva, e, segundo o especialista, tem um sabor curioso.

Febre de consumo
Apesar da dificuldade de encontrá- lo in natura, o maior mistério em relação ao noni — e que também reforça sua popularidade — tem a ver muito mais com as suas supostas propriedades terapêuticas. Seu consumo no Brasil é recente, sendo mais popular nos Estados Unidos e em alguns países da Europa. De acordo com estatísticas de 2003, uma garrafa do suco era vendida a cada dois segundos (ou menos) pelo mundo afora — sem falar das cápsulas e dos chás. “O sucesso está diretamente ligado ao fascínio que o homem sente por tudo que pareça mágico, milagroso e, sem muitas explicações precisas ou de forma vaga, anuncie-se capaz de curar várias doenças”, acredita o médico Leandro Pomini, de São Paulo.

Isso não quer dizer que o noni não tenha propriedades benéficas. Significa apenas que ainda não existem provas consistentes do ponto de vista científico de que realmente cure ou previna males. Há poucos estudos isentos a respeito — e nenhum com seres humanos, apenas ratos. “Essa fruta pode até vir a ser algo maravilhoso em termos de cura, mas ainda não existem provas conclusivas, nem estudos populacionais que sirvam de base para afirmar isso hoje”, diz a nutricionista Denise Schirch, de São Paulo.

Mesmo com a falta de informações precisas — o maior fabricante do suco no Brasil não quis dar informações nutricionais sobre o produto —, não se pode condenar a fruta. “Não faz mal algum consumir o noni”, garante George Guimarães. “Só pode haver algum risco se a pessoa deixar de seguir seu tratamento por causa disso”, acrescenta. É que os derivados do noni não são remédios, mas complementos alimentares. E o FDA e a Comissão Européia, organismos que funcionam como agências reguladoras de saúde nos Estados Unidos e na Europa, concluíram que não há evidências dos benefícios desse alimento para a saúde humana.

Motivo da controvérsia O noni e seus subprodutos geram polêmica porque anunciam ter uma substância chamada proxeronina, um precursor de um aminoácido denominado xeronina — que só um pesquisador descobriu até hoje. A xeronina foi encontrada e batizada pelo médico Ralph Heinicke, nos anos 50, quando ele fazia estudos com o abacaxi. Na ocasião o cientista ficou tão convencido dos poderes curativos de sua descoberta que passou anos estudando suas propriedades.

Quase não há menções a essa substância fora dos trabalhos de Heinicke e dos produtores de suco e de cápsulas obtidos a partir do noni. Quem fizer buscas em vários bancos de dados de pesquisa dificilmente encontrará algo sobre a xeronina ou sua precursora. O professor Richard Mithen, chefe da equipe de pesquisa do Centro John Innes e do Institute of Food Research, na Grã-Bretanha, afirma que nunca ouviu nada a respeito da xeronina e também não encontrou documentos científicos descrevendoa. Mesmo assim, Mithen, que recentemente produziu com sua equipe um superbrócolis que pode ajudar a prevenir câncer, acredita que o suco de noni é boa fonte de antioxidantes.

Estas substâncias são conhecidas por suas propriedades anti-radicais li vres, capazes de auxiliar na prevenção de tumores malignos — algo que, segundo o professor, o suco de laranja também pode fazer. “Todas as frutas contêm antioxidantes”, completa o nutricionista George Guimarães.

Em sucos industrializados com o noni, pode-se encontrar ainda a mistura com sucos de cranberry e uva, estes sim com propriedades reconhecidas cientificamente — podem ajudar a abaixar o nível de colesterol no sangue, por exemplo. Em tempo: o cranberry, uma frutinha vermelha do Hemisfério Norte, é parente da groselha e, acredita-se, do nosso cupuaçu. Tem qualidades comprovadas no tratamento de cistite (infecção urinária).