domingo, 28 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
Óleos Prensados a Frio
Os óleos Prensados a Frio mantém as suas propriedades naturais e seus aromas assemelham-se às plantas que foram obtidos.
Deve-se evitar aquecê-los para preservar seus compostos de aroma e suas propriedades medicinais, se não, a vantagem da extração a frio é perdida.
Os óleos Prensados a Frio são perfeitos para saladas e pratos frios, mas podem também ser usados, sem afetar muito suas composições naturais, no preparo de pratos em temperaturas não muito alta, nunca além do ponto de fervura.
Durante o preparo de alimentos aconselha-se adicionar os óleos o mais tarde possível para diminuir a exposição ao calor.
Deve-se evitar aquecê-los para preservar seus compostos de aroma e suas propriedades medicinais, se não, a vantagem da extração a frio é perdida.
Os óleos Prensados a Frio são perfeitos para saladas e pratos frios, mas podem também ser usados, sem afetar muito suas composições naturais, no preparo de pratos em temperaturas não muito alta, nunca além do ponto de fervura.
Durante o preparo de alimentos aconselha-se adicionar os óleos o mais tarde possível para diminuir a exposição ao calor.
Óleo de Amendoim

Óleo de Amendoim
(Fonte de ômega 6)
O mais real sabor de nozes da terra o Óleo do amendoim é de fina qualidade.
É geral a opinião de que o óleo de amendoim é de fácil digestão e por isso recomenda-da às pessoas portadoras de moléstias do aparelho digestivo.
Seu valor nutritivo equivale ao de outras gorduras empregadas na alimentação, sejam vegetais ou animais.
A vitamina E, responsável pela reprodução, é a que se destaca em maior concentração no óleo do amendoim.
O óleo de amendoim é excelente para pratos especiais e saladas, mas o uso de muitos povos era como protetor da pele.
Óleo de Linhaça

Óleo de Linhaça
(Fonte de ômega 3, 6 e 9)
Produto de grande discussão cientifica devido suas propriedades medicinais o óleo da semente de Linhaça é reconhecido como uma das mais ricas fonte de ômega 3, 6 e 9.
Porém é o único com alta concentração de Ômega 3, cerca de 57%, a raridade para se encontrar este ácido faz com que a Linhaça tenha um destaque importante na culinária.
A deficiência da ingestão deste ácido podem causar disfunções vitais em nosso organismo.
Levemente amargo é ótimo para saladas e pratos frios, podendo também ser usado para o cozimento em temperaturas não muito altas.
Óleo de Soja

Óleo de Soja
(Fonte de ômega 6 e 3)
A soja é uma das oleagionosas mais utilizadas hoje
Possui um óleo com sabor muito agradável e com boas concentrações de ácidos graxos insaturados, principalmente o ômega 6.
Possui também uma boa dosagem de ômega 3.
Suas propriedades são mais visíveis quando extraído por prensagem a frio, mantendo assim sua composição natural.
É um dos mais tradicionais óleos, apreciados em diversas culinárias, faz parte de diversos pratos especiais criados a partir dele.
Sabor característico da soja deixa um gosto muito bom aos alimentos temperados, ótimo para saladas e pratos frios.
Óleo de Gergelim

Óleo de Gergelim
(Fonte de ômega 6 e 9)
Óleo de Gergelim é usado extensamente em todo o Oriente Médio e Mediterrâneo. Muito utilizado no preparo de aperitivos e pratos típicos da cultura árabe.
É freqüentemente encontrado nos pratos chineses, japoneses e coreanos para temperar os mais variados peixes crus e outros pratos típicos.
Possui na sua fórmula sesamol, item com propriedades antioxidantes que dá ao óleo uma elevada estabilidade e age contra radicais livres no organismo humano.
Um dos melhores óleos naturais para usar na culinária, com sabor muito agradável combina muito em pratos típicos.
Óleo de Girassol

Óleo de Girassol
(Fonte de ômega 6 e 9 e vitamina E)
Ótima fonte natural de vitamina E, destaca-se dos demais óleos vegetais devido á alta concentração de ácidos graxos insaturados, Ômega 6.
Possui uma das mais belas cores, amarelo dourado brilhante, encanta no olhar e agrada muito no sabor, é um óleo leve de ótima aplicação culinária, combina com as mais diversas receitas.
Seu sabor não se destaca muito nos alimentos, quase neutro.
Também utilizado para fazer terapias naturais de bochechos para desintoxicação alimentar.
domingo, 14 de dezembro de 2008
Vitaminas, a capacidade diária de repor ao organismo o que necessitamos.
Designação comum a diversas substancias orgânicas, não relacionadas entre si, presentes em quantidades pequenas em muitos tipos de alimentos, e que desempenham importantes papel importante em vários processos metabólicos, podendo ser hidrossolúveis ou lipossolúvei.
VITAMINA A
Função Fontes
a) Retinol : É um álcool de alto peso molecular.
b) Provitamina A: Pigmentos da planta, alfa, beta e gamacarotenos e criptoxantina.
Aquela cuja ação se faz sentir na adaptação visual ao escuro, no desenvolvimento ósseo e dos dentes e na regeneração dos tecidos epiteliais da pele, olhos, trato digestivo, respiratório e reprodutor. Fígado; óleo de fígado e de peixe (notadamente o bacalhau), leite integral, produtos da gordura do leite, gema de ovo, carotenóides das plantas e vegetais verdes, frutas e vegetais amarelos.
COMPLEXO VITAMÍNICO B
Grupo de diversas substâncias, cada uma com funções metabólicas diferentes, que interferem no metabolismo de proteínas, na regeneração de células sangüíneas, no crescimento de microorganismo, etc.
Função Fontes
a) Tiamina - Vitamina B1 (Antiberibérica - Aneurina)
Ação da vitamina B1 se faz em várias descarboxilações oxidativas, inclusive a do ácido pirúvico. Fígado, carne (especialmente a de porco), leite, cereais integrais ou enriquecidos, germens de trigo, legumes, nozes.
b) Riboflavina - Vitamina B2
Essencial para a liberação da energia dentro da célula; pigmento do olho para adaptação à luz; importante na transferência de hidrogênio em várias reações. Queijo, fígado e outras vísceras, ovos, carnes, peixes, leite, folhas verdes, cereais integrais de enriquecimento, mel, espinafre, banana.
c) Niacina (Vitamina do Complexo B)
Nicotinamida, acido nicotínico, vitamina antipelagra. Constituinte ativo das coenzimas I e II; cofatores nos sistemas de desidrogenasses. Carnes, peixes, aves, fígado, cereais integrais e enriquecidos, folhas verdes, amendoim, alimentos protéicos em geral.
d) Falacina (Vitamina do Complexo B)
Participa na síntese das purinas, pirimidinas, nucleoproteínas e grupo metílicos. Fígado, vegetais verdes, nozes, cereais, queijo.
e) Piridoxina (Vitamina B6)
Essencial para a conversão das coenzimas para o metabolismo dos aminoácidos; descarboxilação, transminação, transulfuração, conversão do triptofano em niacina; metabolismo de gordura. Fígado, carne, rins, cereais integrais, amendoim, soja.
f) Cobalamina (Vitamina B12)
Essencial para manutenção das hemácias na medula óssea; metabolismo do sistema nervoso. Carnes e músculos de órgãos, peixes, ovos, queijo.
VITAMINA C - ÁCIDO ARCÓRBICO
Função Fontes
Facilita a absorção de ferro; atua na estrutura e manutenção da substância intercelular em todos os tecidos; provável coenzima no metabolismo da Tiroxina. Frutas cítricas, tomate, frutas de sabor ácido/azedo, repolho, vegetais verdes. O cozimento neutraliza a vitamina.
VITAMINA D
Função Fontes
Grupo de substância lipossolúveis com efeito anti-raquíticos, tetania infantil, déficit de crescimento, osteomalácia.
Leite e margarina enriquecida com vitamina D, óleo de fígado de peixe, exposição à luz solar e outras fontes de ultravioleta.
VITAMINA E
Função Fontes
Importante para a integridade da membrana celular, do tecido endoplasmático e funções energéticas oxidativas da mitocôndria. Óleo de germes de várias sementes, folhas verdes, nozes, legumes.
VITAMINA K
Função Fontes
Necessária para a coagulação sangüínea visto que os fatores de coagulação II, VII, IX e X são dela dependentes. Fígado, vegetais de folhas verdes (espinafre, couve-flor, repolho), tomate, arroz integral, ervilha, óleos vegetais, semente de soja, chá verde, geme de ovo, aveia, trigo integral, batatas, aspargos, manteiga, queijo, carne de vaca e de porco, presunto, cenoura e milho.
VITAMINA A
Função Fontes
a) Retinol : É um álcool de alto peso molecular.
b) Provitamina A: Pigmentos da planta, alfa, beta e gamacarotenos e criptoxantina.
Aquela cuja ação se faz sentir na adaptação visual ao escuro, no desenvolvimento ósseo e dos dentes e na regeneração dos tecidos epiteliais da pele, olhos, trato digestivo, respiratório e reprodutor. Fígado; óleo de fígado e de peixe (notadamente o bacalhau), leite integral, produtos da gordura do leite, gema de ovo, carotenóides das plantas e vegetais verdes, frutas e vegetais amarelos.
COMPLEXO VITAMÍNICO B
Grupo de diversas substâncias, cada uma com funções metabólicas diferentes, que interferem no metabolismo de proteínas, na regeneração de células sangüíneas, no crescimento de microorganismo, etc.
Função Fontes
a) Tiamina - Vitamina B1 (Antiberibérica - Aneurina)
Ação da vitamina B1 se faz em várias descarboxilações oxidativas, inclusive a do ácido pirúvico. Fígado, carne (especialmente a de porco), leite, cereais integrais ou enriquecidos, germens de trigo, legumes, nozes.
b) Riboflavina - Vitamina B2
Essencial para a liberação da energia dentro da célula; pigmento do olho para adaptação à luz; importante na transferência de hidrogênio em várias reações. Queijo, fígado e outras vísceras, ovos, carnes, peixes, leite, folhas verdes, cereais integrais de enriquecimento, mel, espinafre, banana.
c) Niacina (Vitamina do Complexo B)
Nicotinamida, acido nicotínico, vitamina antipelagra. Constituinte ativo das coenzimas I e II; cofatores nos sistemas de desidrogenasses. Carnes, peixes, aves, fígado, cereais integrais e enriquecidos, folhas verdes, amendoim, alimentos protéicos em geral.
d) Falacina (Vitamina do Complexo B)
Participa na síntese das purinas, pirimidinas, nucleoproteínas e grupo metílicos. Fígado, vegetais verdes, nozes, cereais, queijo.
e) Piridoxina (Vitamina B6)
Essencial para a conversão das coenzimas para o metabolismo dos aminoácidos; descarboxilação, transminação, transulfuração, conversão do triptofano em niacina; metabolismo de gordura. Fígado, carne, rins, cereais integrais, amendoim, soja.
f) Cobalamina (Vitamina B12)
Essencial para manutenção das hemácias na medula óssea; metabolismo do sistema nervoso. Carnes e músculos de órgãos, peixes, ovos, queijo.
VITAMINA C - ÁCIDO ARCÓRBICO
Função Fontes
Facilita a absorção de ferro; atua na estrutura e manutenção da substância intercelular em todos os tecidos; provável coenzima no metabolismo da Tiroxina. Frutas cítricas, tomate, frutas de sabor ácido/azedo, repolho, vegetais verdes. O cozimento neutraliza a vitamina.
VITAMINA D
Função Fontes
Grupo de substância lipossolúveis com efeito anti-raquíticos, tetania infantil, déficit de crescimento, osteomalácia.
Leite e margarina enriquecida com vitamina D, óleo de fígado de peixe, exposição à luz solar e outras fontes de ultravioleta.
VITAMINA E
Função Fontes
Importante para a integridade da membrana celular, do tecido endoplasmático e funções energéticas oxidativas da mitocôndria. Óleo de germes de várias sementes, folhas verdes, nozes, legumes.
VITAMINA K
Função Fontes
Necessária para a coagulação sangüínea visto que os fatores de coagulação II, VII, IX e X são dela dependentes. Fígado, vegetais de folhas verdes (espinafre, couve-flor, repolho), tomate, arroz integral, ervilha, óleos vegetais, semente de soja, chá verde, geme de ovo, aveia, trigo integral, batatas, aspargos, manteiga, queijo, carne de vaca e de porco, presunto, cenoura e milho.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Mais um tipo de intoxicação

Organismo Intoxicado
A íris apresenta-se recoberta, total ou parcialmente, por coloração de aspecto viscoso entre o amarelo e o acastanhado, dependendo do grau de intoxicação orgânica. Significa acúmulo de muco (ativo ou inativo), congestionando e dificultando o funcionamento dos órgãos e tecidos sobre os qualis se encontram. Toxinas em geral são depositadas nestas áreas, dificultando o metabolismo, a oxigenação e as eliminações, induzindo a vitalidade cada vez menor.
Amigos Vamos falar um pouco de intoxicação e a visualização através da íris.

As intoxicações mais diversas estão presentes na maioria das pessoas urbanas, consolidando um chamado veemente à purificação.
Rosário Linfático
São manchas esbranquiçadas, pequenas, semelhantes a contas de um rosário, enfileiradas, formando halos ou arcos no interior da íris. Surgem, geralmente, na 6ª camada e indicam dificuldade na circulação linfática, estagnação de congestão de órgãos e tecidos linfóides (amígdalas, gânglios, apêndices, baço etc, ou seja, os órgãos atingidos pelo acúmulo de catarro decorrente de reações alérgicas intensas, não necessariamente aparentes)
sábado, 29 de novembro de 2008
Ervas Medicinais como preparar?
Todas as indicações são preventivas e agem como terapia de ajuda, sempre em casos de doenças graves tem que as ter o acompanhamento médico, mas na hora de dor de barriga é bom sabermos quais as nossas alternativas.
A Mãe Natureza proporciona ao homem uma infinidade de plantas com valores medicinais. A flora brasileira constitui uma fonte inesgotável de saúde e nossos ancestrais sempre souberam se aproveitar desta riqueza, pois o uso das plantas medicinais existe desde o início dos tempos.
No princípio existia apenas o conhecimento empírico. Hoje, porém, muitas pesquisas científicas comprovam as propriedades medicinais de várias plantas, comprovando (ou não) o uso popular destas plantas. É importante ressaltar que, ao contrário do que muitos imaginam, algumas plantas fazem mal à saúde e por isso não devemos fazer uso indiscriminado desta terapia. Sempre que possível, procure orientação de profissionais da área e não tome qualquer tipo de chá encontrado no mato, pois algumas espécies são muito parecidas e você pode usar uma espécie perigosa por engano.
Preparo:
Os chás podem ser preparados por infusão ou cocção:
- Infusão: Consiste em se despejar água fervente sobre a planta e depois abafar por uns 15 minutos. Este processo é utilizado para flores, folhas e também para ervas aromáticas, pois se as fervermos as essências poderão volatilizar (perder-se pela ação do calor), causando a perda de sabor e poder medicinal do chá.
- Cocção: Consiste em se cozinhar a planta. Este processo deve ser restrito a raízes, cascas e sementes e a fervura pode variar de 3 a 15 minutos.
Dosagem: A quantidade normalmente indicada é de 20 gramas de erva por litro de água ou uma colher de chá por xícara, mas esta dosagem pode variar dependendo da planta.
Posologia:
Pode-se tomar várias xícaras do chá por dia, de preferência longe das refeições, a não ser que o uso do chá seja exatamente para estimular funções digestivas.
Adoçantes:
Os chás geralmente não precisam ser adoçados. Em alguns casos, porém, pode-se usar o mel quando se quiser aproveitar suas propriedades medicinais (gripes, tosses, etc), mas só devemos adoçar depois de coado, quando o chá já estiver morno, nunca antes, pois o calor destrói o poder medicinal do mel.
Prazo de validade: Nunca use um chá mais de 24 horas depois de preparado, pois ele entra em processo de fermentação (mesmo mantido em geladeira). Prepare a quantidade suficiente para um dia apenas.
Tempo de uso: Recomenda-se não usar o mesmo chá por tempo prolongado, pois o nosso organismo responde cada vez menos ao tratamento. Use por um período de 30 dias e troque por outro tipo de chá, retomando o seu uso após
algum tempo.
Utensílios: Evite usar utensílios de metal para fazer os chás.
Embora não o notemos, eles podem causar alterações no
efeito e sabor do chá. O ideal é usar recipientes de vidro,
barro, louça ou esmalte.
Outros usos:
Os chás, além de tomados, podem ser usados na forma de compressas, banhos, gargarejos, inalações e lavagens.
- Compressas: Compressas de chá quente aliviam dores inflamatórias e facilitam a resolução destas inflamações. Neste caso usam-se chás com propriedades antiinflamatórias.
- Banhos: São os banhos de imersão. A água deve estar
morna e o banho deve durar uns 20 minutos. O banho pode ser repetido três vezes por semana durante um mês. Após este período mudar a erva utilizada.
- Gargarejos: São recomendados para atuar na cavidade bucal e na garganta.
Pode-se colocar sal de cozinha depois de coado, pois este é antiinflamatório e anti-séptico.
- Inalações: Específico para as vias respiratórias.
Ferver o chá e colocar um funil de papelão invertido sobre o recipiente, inalando o vapor.
- Lavagens: Normalmente intestinais e vaginais (corrimento).
A Mãe Natureza proporciona ao homem uma infinidade de plantas com valores medicinais. A flora brasileira constitui uma fonte inesgotável de saúde e nossos ancestrais sempre souberam se aproveitar desta riqueza, pois o uso das plantas medicinais existe desde o início dos tempos.
No princípio existia apenas o conhecimento empírico. Hoje, porém, muitas pesquisas científicas comprovam as propriedades medicinais de várias plantas, comprovando (ou não) o uso popular destas plantas. É importante ressaltar que, ao contrário do que muitos imaginam, algumas plantas fazem mal à saúde e por isso não devemos fazer uso indiscriminado desta terapia. Sempre que possível, procure orientação de profissionais da área e não tome qualquer tipo de chá encontrado no mato, pois algumas espécies são muito parecidas e você pode usar uma espécie perigosa por engano.
Preparo:
Os chás podem ser preparados por infusão ou cocção:
- Infusão: Consiste em se despejar água fervente sobre a planta e depois abafar por uns 15 minutos. Este processo é utilizado para flores, folhas e também para ervas aromáticas, pois se as fervermos as essências poderão volatilizar (perder-se pela ação do calor), causando a perda de sabor e poder medicinal do chá.
- Cocção: Consiste em se cozinhar a planta. Este processo deve ser restrito a raízes, cascas e sementes e a fervura pode variar de 3 a 15 minutos.
Dosagem: A quantidade normalmente indicada é de 20 gramas de erva por litro de água ou uma colher de chá por xícara, mas esta dosagem pode variar dependendo da planta.
Posologia:
Pode-se tomar várias xícaras do chá por dia, de preferência longe das refeições, a não ser que o uso do chá seja exatamente para estimular funções digestivas.
Adoçantes:
Os chás geralmente não precisam ser adoçados. Em alguns casos, porém, pode-se usar o mel quando se quiser aproveitar suas propriedades medicinais (gripes, tosses, etc), mas só devemos adoçar depois de coado, quando o chá já estiver morno, nunca antes, pois o calor destrói o poder medicinal do mel.
Prazo de validade: Nunca use um chá mais de 24 horas depois de preparado, pois ele entra em processo de fermentação (mesmo mantido em geladeira). Prepare a quantidade suficiente para um dia apenas.
Tempo de uso: Recomenda-se não usar o mesmo chá por tempo prolongado, pois o nosso organismo responde cada vez menos ao tratamento. Use por um período de 30 dias e troque por outro tipo de chá, retomando o seu uso após
algum tempo.
Utensílios: Evite usar utensílios de metal para fazer os chás.
Embora não o notemos, eles podem causar alterações no
efeito e sabor do chá. O ideal é usar recipientes de vidro,
barro, louça ou esmalte.
Outros usos:
Os chás, além de tomados, podem ser usados na forma de compressas, banhos, gargarejos, inalações e lavagens.
- Compressas: Compressas de chá quente aliviam dores inflamatórias e facilitam a resolução destas inflamações. Neste caso usam-se chás com propriedades antiinflamatórias.
- Banhos: São os banhos de imersão. A água deve estar
morna e o banho deve durar uns 20 minutos. O banho pode ser repetido três vezes por semana durante um mês. Após este período mudar a erva utilizada.
- Gargarejos: São recomendados para atuar na cavidade bucal e na garganta.
Pode-se colocar sal de cozinha depois de coado, pois este é antiinflamatório e anti-séptico.
- Inalações: Específico para as vias respiratórias.
Ferver o chá e colocar um funil de papelão invertido sobre o recipiente, inalando o vapor.
- Lavagens: Normalmente intestinais e vaginais (corrimento).
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